quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Empresa japonesa faz filmadora de 12 gramas


A empresa Japan Trust Technology (JTT) anunciou um novo modelo de sua linha de pequenas câmeras, a CHOBICAM 1. O equipamento minúsculo pesa apenas 12 gramas e tem menos de 3 centímetros de cada lado.


A minúscula câmera grava vídeos na resolução 640x480 pixels e formato AVI e ainda faz fotos (JPEG). E se você acha que um aparelho deste tamanho não teria memória suficiente, ele tem espaço para cartão micro SD de 32 GB. Pode ser conectado ao PC – somente Windows – pela porta USB.

A empresa começou a vender as câmeras no Japão por R$ 200 e planeja comercializar também lentes para a máquina fotográfica em breve, segundo o site Crunch Gear. Quem vive fora do Japão poderá comprar pelo site Geek Stuff 4 U.

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Sony processa hackers que desbloquearam o PS3

O conjunto de ferramentas permitia a execução de cópias piratas.

A Sony entrou com uma ação judicial nos Estados Unidos (EUA) contra cinco hackers que criaram um conjunto de ferramentas (toolkit) para permitir a execução de cópias ilegais de jogos no PS3.

Recentemente, os hackers, que fazem do grupo fail0verflow, se apresentaram durante uma conferência em Berlim, na Alemanha, quando confirmaram que tinham encontrado um método para burlar as “medidas de proteção tecnológicas” (TPMs) do PS3, permitindo que códigos não-autorizados sejam executados no sistema, incluindo jogos piratas.

A Sony solicitou uma liminar para bloquear a distribuição dos programas utilizados no processo de "jailbreak". A ação foi arquivada na Corte Distrital dos EUA para o Distrito Norte da Califórnia, contra os réus George Hotz, Hector Martin Cantero, da Espanha; Sven Pedro, da Hungria; e outros dois, um identificado como "Segher", que reside na Holanda; e "Bushing", de São Francisco, EUA.
O grupo escreveu em seu perfil no Twitter que o objetivo era "rodar o Linux com dual-boot no GameOS, sem restrições, em todos os PS3s” e não incentivar a pirataria. No entanto, a Sony disse que as ferramentas violam as diretrizes de direitos autorais dos EUA.

Por e-mail, Hotz declarou que acredita na eficácia da lei de direitos digitais e que não acredita que será considerado culpado pela justiça. "Eu falei com o advogado e estou certo de que a ação da Sony não tem qualquer fundamento", completou.

Os programas utilizados pelo Fail0ver comprometem o controle de acesso, a criptografia e as proteções de assinatura digital que são habilitadas no PS3, disse a Sony.

Segundo a empresa, os arquivos autorizados tem uma única assinatura digital, que é gerada a partir de um par de chaves eletrônicas. O PS3 verifica a assinatura – que não está presente em jogos piratas – usando umas das chaves, que é criptografada e incorporada ao sistema. A outra chave é mantida pela Sony.

Os que os hackers fizeram foi comprometer as chaves da raiz, também chamadas de
Metldr Keys, que são usadas para autenticar o código. "Com o acesso neste nível pode-se controlar as funções essenciais e as operações do PS3, como também executar um código que permita rodar jogos piratas”, escreveu a Sony.

Usando as ferramentas, um hacker poderia simplesmente gravar um jogo em um disco Blu-Ray e depois executá-lo no PS3 com êxito.

Os integrantes do Fail0ver hackearam os PS3 em represália a Sony. A empresa removeu um recurso muito utilizado em versões anteriores do PS3 que permitia instalar um sistema operacional diferente, incluindo distribuições Linux, como Debian, Fedora, OpenSUSE e Ubuntu.

Em abril, a Sony emitiu uma atualização de firmware que removeu essa capacidade, dizendo que a mudança era necessária para reforçar a segurança do console. Desde então, muitos usuários reclamaram, alegando esta ter sido uma das razões pela qual adquiriram o aparelho.

Lançado em novembro de 2006, o PS3 já vendeu mais de 41 milhões de unidades.

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sábado, 15 de janeiro de 2011

Killzone 3

                                       

A mais recente edição da revista Game Pro trouxe os primeiros detalhes e imagens de "Killzone 3", continuação de um dos principais jogos do PlayStation 3.

Uma das principais novidades é o suporte ao 3D estereoscópico, que poderá ser visualizado em TVs 3D com o uso de óculos especiais. Segundo a publicação, o novo game colocará o jogador "em um lugar distante de casa, em inferioridade numérica", sugerindo que a sequência se passa em uma nova colônia, infestada pelos inimigos Helghasts.

A jogabilidade irá se assemelham fortemente a de Killzone 2, embora com vários ajustes e mudanças.

Semelhante ao primeiro Killzone, o jogo vai ter lugar em vários ambientes agressivos, tais como paisagens do Ártico, uma selva letal alienígena, terrenos baldios nuclear, bem como batalhas espaciais e não apenas a cidade-scape ambientes que estavam presentes em Killzone 2. Outra nova característica notável é a capacidade de usar os blocos do jato no jogo, que também foram utilizados em Killzone 2.

Novas armas e equipamentos
A revista revelou também uma nova arma, chamada "Wasp", capaz de disparar sequências de misseis em seus alvos e o inédito jetpack, uma mochila voadora, que será utilizada para superar obstáculos e também em combate. Curiosamente, o uso do equipamento é descrito como "similar a jogos de plataforma como 'Uncharted' e 'Super Mario Bros.'".

De acordo com a revista, o sistema de combate é bem similar ao do jogo anterior, mas há um novo sistema de luta corporal que poderá ser ativado quando um ícone laranja com punhos aparecer na tela. Agora, os movimentos de finalização incluem coronhadas e cabeçadas.

O jogo estará disponível nas lojas dos EUA a partir do dia 25 de fevereiro, para PS3

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